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Superintendência de Energia

Programas e ações:

Usina Angra III

A retomada da construção da Usina Nuclear Angra 3 vai aumentar significativamente a capacidade de geração de energia do estado. O projeto, que dependente da aprovação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), tem o apoio do governo estadual por ser considerada uma fonte limpa, que contribui com a redução do aquecimento global e amplia a matriz energética brasileira. A entrada em operação de Angra III vai significar a geração de 1.300 MW.

O projeto de construção da Usina AngraI 3 prevê a instalação de um reator nuclear de tecnologia alemã, que impossibilita acidentes. Vai utilizar urânio beneficiado no Brasil, com grande capacidade de geração de energia. Será um investimento de R$ 7 bilhões, sendo 70% dos gastos a serem realizados no país, com mão-de-obra e contratos para a indústria nacional.

As preocupações com o rejeito nuclear são afastadas pelos técnicos da Eletronuclear, ao garantirem que este é um problema administrável, porque o volume a ser produzido é pequeno (28m³/ano), e pode ser isolado até que haja uma tecnologia necessária para reaproveitá-lo. Os rejeitos ficam encapsulados em ampolas de aço inoxidável, que são depositadas em concreto blindado, com segurança de durabilidade de até mil anos.

A construção da Usina Angra 3 vai gerar oito mil empregos diretos e outros 20 mil indiretos durante as obras, que devem durar cinco anos. Com a entrada em operação, a nova usina vai criar 500 postos de trabalho diretos e 1.500 indiretos.

 
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