Arco Metropolitano do Rio de Janeiro

O Arco Metropolitano vai fazer a interseção com cinco rodovias
federais, uma ferrovia e a ligação com vários pólos
industriais de grande porte que estão sendo implantados na região
e com o Porto de Itaguaí. A primeira etapa da obra, que tem previsão
de durar dois anos, consiste na elaboração do plano diretor do
projeto. O governo do Estado quer coordenar todos os planos diretores dos municípios
envolvidos direta ou indiretamente com a rodovia para promover um desenvolvimento
integrado da região.
O convênio de cooperação técnica para a elaboração
do plano diretor do Arco Metropolitano, que contará com recursos do
Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), no valor de US$ 1,27 milhão,
foi assinado pelo governador Sérgio Cabral e pelo o vice-presidente
do banco, Otaviano Canuto, no dia 6 de dezembro. Também assinaram o
documento o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão,
e o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria
e Serviços, Julio Bueno.
A obra será o ponto de ligação entre cinco rodovias federais,
uma ferrovia e a ligação com vários pólos industriais
de grande porte que estão sendo implantados na região com o Porto
de Itaguaí, proporcionando grande valorização de toda área,
que está sendo considerada o grande complexo siderúrgico do Rio,
representado pela CSA Thyssen Krupp, na Zona Oeste do Rio.
Na outra extremidade do Arco metropolitano estará sendo construído
o Comperj – Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro – em
Itaboraí, na Região Metropolitana.
O governo quer preparar toda a região para receber e aproveitar da
melhor maneira possível as vantagens que o investimento vai trazer para
as cidades envolvidas com a obra.
O secretário Julio Bueno é o coordenador da Unidade de Gerenciamento
de Programas do Arco Metropolitano, que é formada por cinco secretarias
estaduais: Desenvolvimento Econômico, Obras, Ambiente, Casa Civil e Planejamento
e Gestão.
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